ENTENDA: Atentado ao Instituto Lula // Alckmin rescinde contrato com construtora da Linha Amarela do Metr

Atentado ao Instituto Lula

Na quinta (30) uma bomba caseira foi arremessada contra a sede do Instituto Lula, em São Paulo. Ninguém foi ferido. 

Uma câmera do local registrou o momento em que a bomba foi atirada de dentro de um veículo. Modelo e placa não foram identificados.

Para o Instituto, o ato foi um “ataque político”, visto que o ex-presidente Lula utiliza o edifício como escritório, permanecendo lá das 9h às 21h. Além disso, o diretor do Instituto, Celso Marcondes, informou que, no mesmo dia, um grupo se manifestou contra o ex-presidente. 

É importante lembrar que em março deste ano o Diretório do Partido dos Trabalhadores também foi alvo de um atentado. Uma bomba danificou o prédio, mas não deixou feridos.

No sábado (1), a presidente Dilma se manifestou nas redes sociais condenando o ataque. No Twitter, disse: “Jogar uma bomba caseira na sede do @inst_lula é uma atitude que não condiz com a cultura de tolerância (…)”.

Alckmin rescinde contrato com construtora da Linha Amarela do Metrô*

Na quinta-feira (30), o governo de São Paulo rescindiu o contrato com o consórcio Isolux Córsan-Corviam para a construção de cinco estações da Linha Amarela do Metrô.

A justificativa foi que a empresa não cumpriu com os prazos estabelecidos – apenas a estação Fradique Coutinho foi entregue -, abandonou as obras, não atendeu normas de qualidade e segurança e deixou de pagar subcontratadas e fornecedores. 

Vale pontuar que isso significa mais um atraso na entrega das estações. Originalmente, a linha toda estaria pronta em 2010, mas isso não ocorreu e a previsão era de que as estações Higienópolis-Mackenzie e Oscar Freire ficassem prontas em 2016, São Paulo-Morumbi em 2017, e Vila Sônia em 2018. Com a rescisão do contrato, espera-se que as duas primeiras estações fiquem prontas somente em 2017.

O governo informou que lançará um novo edital de licitação nos próximos dias e o estado deverá pagar uma multa ao consórcio, que deve chegar ao valor de R$ 23 milhões. No total, já foram pagos R$ 559 milhões desde o início do contrato. 

* É interessante colocar que as principais manchetes de alguns dos jornais que relataram a notícia, como "Folha de S.Paulo" e "Valor Econômico", dizem que foi o Metrô quem rescindiu o contrato, em primeiro momento, ao invés de dizer que o responsável foi Alckmin.  
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